Nos últimos dias 16 e 17 de Novembro de 2016 o Brasil presenciou cenas dantescas. O fato se dá pelo melhor esclarecimento na mídia sobre os motivos que levaram a prisão de Sergio Cabral e Anthony Garotinho. Tais motivações apresentadas pela mídia nacional assombra os brasileiros.
Levantamento publicado mostra um grande saqueamento do dinheiro público e uso da posição política para possíveis negociações e acordos benéficos, entre esses, recebimentos de propinas.
A organização criminosa desviou milhões dos cofres públicos.
Abaixo segue trechos editados pelo site G1 Rio de Janeiro.
O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso nesta quinta-feira (17) pela Polícia Federal, teve a cabeça raspada após chegar ao complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio.
O ex-governador passou a noite em uma cela de nove metros quadrados e aceitou o café da manhã da unidade: um pão com manteiga e café com leite, mesmo cardápio dos outros detentos.
Cabral foi preso por suspeita de desvios em obras do governo estadual feitas com recursos federais. De acordo com a denúncia, ele recebia "mesadas" entre R$ 200 mil e R$ 500 mil de empreiteiras.
Além do ex-governador, outras nove pessoas foram presas na Operação Calicute – um desdobramento da Lava Jato. O prejuízo é estimado em mais de R$ 220 milhões. As principais obras fraudadas foram o Arco Metropolitano, a reforma do Maracanã e o PAC das Favelas.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cabral chefiava a organização criminosa e chegou a receber R$ 2,7 milhões em espécie da empreiteira Andrade Gutierrez, por contrato em obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
O esquema também envolvia lavagem de dinheiro por meio de contratos falsos com consultorias e da compra de bens de luxo – que incluíam vestidos de festa, joias e uma lancha avaliada em R$ 5 milhões, e até cachorros-quentes de uma festa de aniversário do filho de Cabral.
O procurador disse ainda que a propina exigida pelo ex-governador era de 5% por obra, mais 1% da chamada "taxa de oxigênio", que ia para a secretaria de Obras do governo, então comandada por Hudson Braga. Segundo o procurador, os pagamentos de mesada a Cabral ocorreram entre 2007 e 2014.




Do Blog:
O que mais me indigna como cidadão brasileiro: Vejo pertinho de nós pessoas sofrendo por inúmeras e diversas dificuldades; Saúde péssima, educação decadente, segurança pública caótica, desenvolvimento sócio-econômico inexistente, entre outros elementos inconvenientes para uma sociedade. Embora, que tudo citado seja verdade, aparenta que os chefes da nação não estão preocupados com as aflições do povo.
Dessa forma, à população deve agir cobrando da justiça melhores e imediatas soluções para desvendar crimes de roubos relacionados ao dinheiro da nação. Cobrar também, dos governantes, melhorias no serviço público integral.

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